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DCV - Design e Comunicação Visual

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Proposta de trabalho nº 4: Infografia (Harry Potter e Aerosmith)

Infografia Harry Potter
Começou em 2001, uma das sagas cinematográficas de maior sucesso na história do cinema - Harry Potter.

Baseada na série de livros (na altura ainda incompleta, apenas com quatro dos sete livros publicados) escrita por J. K. Rowling, as adaptações obtiveram igual reconhecimento, quer pela crítica quer pelos milhões de fãs espalhados pelo globo.

A história de um rapaz que aos 11 anos descobre ser filho de feiticeiros e que ao longo da adolescência vive inúmeras aventuras, descobrindo um mundo totalmente novo, criando novas amizades, vivendo diversas aventuras e acima de tudo, tentando combater o seu principal inimigo e força do mal que ameça o mundo da feitiçaria, Voldemort.

Para representar a evolução dos filmes, corporalizámo-los na personagem principal da saga, cujo actor cresceu igualmente com os filmes. Assim, o crescimento do actor representa a maturidade que os filmes ganham a cada parte. De uma cara inocente passa para uma cara assustada, séria e preocupada. Hogwarts está em chamas, o fim está a chegar, tudo se resume a isso. Acabaram as imagens mágicas e inocentes dos primeiros filmes, a realidade negra cai em cima das personagens, das histórias (escritas sobre cada figura do protagonista). Tal como o título indica «10 anos, 8 filmes, o final aproxima-se».

Infografia Aerosimth
Considerada a maior banda de hard rock dos anos 70, ainda hoje os Aerosmith são das bancas musicais com maior sucesso.

Num mundo do rock and roll, onde impera o lema Sex, Love and Drugs, o grupo sempre viveu ao extremo o seu sucesso e tudo o que decorria na sua carreira, não descurando a composição musical.

Com inúmeros singles de sucesso ao longo da carreira, membros únicos e irreverentes, os Aerosmith são, ainda no século XXI, uma das bandas de referência do mundo musical.

Assim, nesta infografia trata-se a carreira da banda como uma espiral. Partimos da sua formação, bem no núcleo de uma espiral, não uma linear - digamos, "perfeitinha" -, mas sim ondulada, em homenagem ao conhecido logótipo do grupo. 

Saímos do centro, ao longo das linhas, e damos de caras com o seu primeiro álbum e, consequentemente, primeiro sucesso. A partir desse momento, encontraremos mais outros quatro que ficaram recheados de prémios de venda. A distância entre as compilações não é igual, varia consoante os anos que separam uma da anterior. Por exemplo, desde Aerosmith, em 1973 e Classics Live! vão mais de dez anos, fazendo a distância entre ambos ser maior do que entre este segundo e o terceiro, que saiu logo em 1987.

Por fim, uma frase que representa o que esta banda é e significa, o que marcaram e o que ainda são no mundo da música.

Publicada por Fábio André Silva à(s) 10:41 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Infografia, Propostas de trabalho

domingo, 1 de maio de 2011

Infografia

Infografia:
  • Técnica jornalística de utilização de recursos gráficos ou visuais para apresentação de informações ou dados. (Dicionário da Língua Portuguesa) 


Valero Sanches diz que info não vem de informática, nem grafia do conceito de ilustração. E que infografia não é o mesmo que informação gráfica, pois existem muitas outras formas no jornalismo que também o são. Pode-se, então, definir infografia como “um produto do infojornalismo em qualquer dos canais, suportes e processos de fabricação” ou, ainda, como “uma peça informativa, realizada com elementos icónicos e tipográficos, que permite ou facilita a compreensão dos acontecimentos, acções ou coisas [...] e acompanha ou substitui o texto informativo”. (SANCHES, 2001, p. 21-25-26)
Citado por Velho, Ana Paula Machado, O Jornalismo e a Infografia
dos Veículos Impressos como Textos da Cultura, Universidade Estadual de Maringá - 
Centro Universitário de Maringá, pp. 1 e 2

Exemplos de infografias:






Publicada por Fábio André Silva à(s) 10:09 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Infografia

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Proposta de trabalho nº 3: Cor

Avatar foi o filme mais lucrativo de sempre. A história da luta entre os indígenas azuis e os humanos que pretendiam os recursos do seu planeta encantou milhões de pessoas.

O cartaz do filme era simples, mas atraente. Mostrava apenas meia face de um dos indígenas, contudo, o azul forte, os olhos grandes esverdeados e as «sardas» brilhantes – foi o que bastou para atrair a atenção de quem passava.

E se alterássemos as cores? Se, por exemplo, em vez de azul estivesse o cinzento ou os lábios se tornassem rosa? Provavelmente chamaria menos a atenção, pareceria apenas um poster a preto e branco de uma mulher colorido em certos detalhes. Os grandes olhos verdes mantêm-se mas ganham força com a falta de cor em volta, tornar-se-iam mais penetrantes e vibrantes. O filme deixaria de ter uma conotação com seres alienígenas para uma outra a ver mais com a sensualidade, com a beleza e com o poder do olhar.



A brisa, o calor, a luz, o som das ondas e o céu azul claro, a areia branca e toda uma vegetação de um verde vivo. Todos estes elementos em conjunto transmitem uma ideia de tranquilidade, paz e serenidade.

Ao alterar as cores da imagem: o mar e a relva para vermelho vivo, o céu para amarelo, a areia para laranja e o arvoredo para um tom de roxo, o cenário de tranquilidade perde-se e as cores quentes conferem uma agitação e intranquilidade, levando a que se associe a paisagem, anteriormente tranquila e serena, a um local sinistro sombrio e psicadélico.



One Missed Call é um filme de terror. Tradicionalmente, peças conotadas com o horror são promovidas com cores escuras e frias, a que se misturam letras em tons de vermelho, laranja ou azul, que normalmente representam sangue, inferno e frio respectivamente.

Assim, para contrariar a frivolidade transmitida pelo cartaz, onde predomina o preto e as cores neutras, substituímos as mesmas pôr cores mais “vivas”, utilizando mesmo o azul e o rosa que se destacam das demais e transformam uma imagem,  cujo objectivo anterior seria preparar-nos para um filme assustador, noutra mais alegre.



Publicada por Fábio André Silva à(s) 14:08 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Cor, Propostas de trabalho

Proposta de trabalho nº 3: Cor

As imagens que utilizarei nesta proposta serão as seguintes:



Publicada por Fábio André Silva à(s) 09:58 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Cor, Propostas de trabalho

Cor


A cor é parte fundamental de qualquer plano comunicacional.
O que vemos e as escolhas que fazemos diariamente são em parte influenciadas pela disposição cromática do que nos envolve, e é por isso que a importância das cores não é meramente representativa mas determinante em quase tudo o que fazemos. 

A forma como as cores são interpretadas por diferentes pessoas, grupos ou culturas e como se podem combinar para criar ambientes e sensações são infinitas. O estudo de combinações, o significado das cores e a própria ciência da teoria da cor, são alguns dos factores que devem estar presentes na vida de um designer. 

Acúrcio, Catarina, A Importância da Cor (texto completo)

Aqui ficam alguns exemplos de como a cor é importante para criar os tais ambientes e sensações:




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Etiquetas: Cor

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Proposta de trabalho nº 2: Tipografia (Heterónimos de Fernando Pessoa)

“Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim - à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço.”



Ricardo Reis, heterónimo de Fernando Pessoa, é o poeta clássico, da serenidade epicurista que aceita, com calma lucidez, a relatividade e a fugacidade de todas as coisas. 

Este excerto do poema “Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio” é um bom exemplo da focagem de Reis em aproveitar os pequenos momentos da vida sem nunca ceder aos excessos. Procuramos exportar a cena descrita deste bocado do texto lírico e representar uma mulher à beira-rio.

Em primeiro lugar, criamos o rio. Para isso, utilizamos duas das vinte e quatro linhas propostas pela professora, distorcemo-las de modo a que se assemelhassem às ondulações da água dos rios. Para acentuar ainda mais essa semelhança, o azul foi a cor escolhida para «pintar» estas linhas. De seguida, regressámos às palavras iniciais do primeiro verso. Tendo estes fonemas sons sibilantes decidimos aumentar o «S» e ligar as duas palavras que começam o excerto. De salientar que, em «suave», foi usada uma sombra leve para dar um ar de maior suavidade literalmente; o mesmo foi feito à «memória». Contudo, deve-se reparar que a sombra nesta palavra é mais acentuada para causar a ilusão de maior desfoque.

As palavras “lembrando-te assim - à beira-rio” foram literalmente justapostas ao rio já criado.

A silhueta de uma mulher foi desenhada e preenchida com palavras das já referidas vinte e quatro linhas. As «flores» ganharam forma – em tons de roxo, uma cor pouco viva que não demonstra alegria, mas também não trás melancolia, é neutra, como Reis – e foram dispostas no «regaço» desta «pagã triste».


“Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem,
Que traçam linhas de coisa a coisa,
Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais,
E desenham paralelos de latitude e longitude
Sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que uso!”


Alberto Caeiro apresenta-se como um simples «guardador de rebanhos», que só se importa em ver de forma objectiva e natural a realidade, com a qual contacta a todo o momento. Daí o seu desejo de integração e de comunhão com a natureza.

Tal como no trabalho de Reis, procuramos ilustrar os versos fornecidos com a ajuda do texto que pesquisamos – neste caso sobre as características deste heterónimo de Pessoa. Para isso, tentamos harmonizar no mesmo trabalho a ordem e a desordem. A primeira através das linhas e das letras bem definidas, geométricas e com aspecto mais formal. Já a segunda é representada com letra mais «animada» e viva, com distorções do texto; em resumo, com aquilo que se opusesse ao espaço bem delineado.

Com o texto compusemos uma imagem simples de uma paisagem natural vítima da ordem do Homem, com as suas linhas que tudo ligam – uma árvore, a terra onde está plantada, e um conjunto de linhas latitudinais e longitudinais que ocupam o espaço livre do ambiente desorganizado do mundo natural. A cor verde, cor do ambiente, destaca-se nos tons de negro das linhas. O tipo de letra que constitui a ramagem da árvore e a terra é mais familiar, tendo as letras da primeira sido distorcidas para mais se assemelharem às folhas dos ramos. Por sua vez, o tronco foi violado pelo ser humano com os seus letreiros, tornando-se organizado, assim como o seu tipo de letra – mais clássico.


“Ó rodas, Ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!
Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!”



Terminamos com Álvaro de Campos, o heterónimo futurista, apologista da máquina e da sua força.

Sobreposto a um fundo composto pelas vinte e quatro linhas, colocamos um comboio, sem rodas. A partir daí, montamos as rodas e as engrenagens utilizando as três primeiras palavras do excerto: «Ó rodas, Ó». Seguindo uma certa linearidade na ilustração do verso inicial, as «engrenagens» surgem atreladas ao comboio, como se de uma outra carruagem se tratasse.
O «r-r-r-r-r-r-r eterno» das máquinas espalha-se com o fumo da locomotiva, movida pela força das mesmas.

Para o segundo e último verso apostamos na capacidade dos tipos e cores das letras para transmitir o sentido que cada uma representa. Assim, temos um «Forte» a negrito e sublinhado, que aumenta o seu poder; um espasmo distorcido que se estende às outras palavras e uma fúria, vermelha, enraivecida, pronta a explodir e espalhar todo o seu poder.

Publicada por Fábio André Silva à(s) 15:05 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Propostas de trabalho, Tipografia

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tipografia

A origem dos nossos actuais alfabetos remonta à antiguidade quando símbolos e signos eram utilizados para ilustrar elementos naturais e actividades quotidianas.

A missão de uma composição gráfica é transmitir uma mensagem determinada aos espectadores que a visualizam. A palavra escrita é o melhor meio de transmissão de ideias para um dado grupo de pessoas. ora, isto faz que a aplicação de conteúdos textuais numa dada composição seja de grande importância no que toca à capacidade de transmitir as ideias inerentes a esses mesmos conteúdos.


O conhecimento adequado do uso da tipografia é essencial aos designers que trabalham com texto e imagem em conjuntos. Na maioria dos casos, uma composição tipográfica deve ser legível e visualmente envolvente, sem deixar de considerar o contexto em que é lida e os objectivos da sua publicação.


Concluindo, o significado da tipografia foi-se transformando com o tempo, evoluindo como método de impressão e com o design os tipos, estando hoje inserida como um dos elementos mais importantes na comunicação dos projectos gráficos de design.


Publicada por Fábio André Silva à(s) 11:03 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Tipografia

segunda-feira, 21 de março de 2011

"Tron: O Legado"


Alguma vez imaginaram a existência de um mundo paralelo ao nosso?

O filme Tron: O Legado (que já é uma sequela de uma primeira longa-metragem datada dos anos 80) mostra-nos isso mesmo. Conta a história de um grande empresário que criou um mundo virtual, concebido pelas experiências vividas no anterior filme.

Os diversos posters mostram todos um pouco a estética dessa virtualidade e como ela se relaciona com as ideias que temos e imagens que críamos quando pensamos na vida futurista. A tonalidade azulada (com pontos de maior ou menos luminosidade aponta para isso mesmo. Esta cor é muito usada em filmes de ficção científica (quem não se lembra do filme E.T. de Spielberg?).

Contudo, Tron tem a particularidade de ar asas à imaginação e possui um design bastante atractivo que, por si só, mergulhou milhões de pessoas na sua estética, mesmo quando a história não atingia os mesmos níveis de interesse. As linhas são predominantes. Estão presentes no vestuário e em cada milímetro da cidade apresentada. A maior parte descreve contornos, quer de quadrados (chão da cidade) quer de círculos (plataforma). As próprias motos libertam linhas luminosas (a laranja no exemplo acima) que, por sua vez, descrevem uma espécie de direcção, como se caminhassem de acordo com o veículo, sua origem. O ponto está presente nas numerosas luzes, características dos arranha-céus das grandes metrópoles.

Na parte tipográfica, a dimensão e a escala fazem o seu papel de transmitir o mais importante ao público. Com maior destaque encontramos o título do filme ao que se segue a informação acerca da estreia e do uso do 3-D. Por fim, temos os nomes da produção, que aparecem com letras bem mais pequenas que só serão lidas pelos mais curiosos.

Assim, Tron: O Legado transmite a sua essência: um mundo futurista, paralelo ao nosso e  que, em muitos aspectos, parece ter saído da nossa imaginação mais comum e, simultaneamente, mais criativa e original.
Publicada por Fábio André Silva à(s) 03:56 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Elementos básicos C. Visual, Propostas de trabalho

domingo, 20 de março de 2011

Proposta de trabalho nº 1: "Todo O Tempo Do Mundo"

 "Podes vir a qualquer hora
Cá estarei para te ouvir
O que tenho para fazer
Posso fazer a seguir

Podes vir quando quiseres
Já fui onde tinha de ir
Resolvi os compromissos
agora só te quero ouvir

Podes-me interromper
e contar a tua história
Do dia que aconteceu
A tua pequena glória
O teu pequeno troféu

Todo o tempo do mundo
para ti tenho todo o tempo do mundo
Todo o tempo do mundo

Houve um tempo em que julguei
Que o valor do que fazia
Era tal que se eu parasse
o mundo à volta ruía

E tu vinhas e falavas
falavas e eu não ouvia
E depois já nem falavas
E eu já mal te conhecia

Agora em tudo o que faço
O tempo é tão relativo
Podes vir por um abraço
Podes vir sem ter motivo
Tens em mim o teu espaço

Todo o tempo do mundo
para ti tenho todo o tempo do mundo
Todo o tempo do mundo"

Todo O Tempo Do Mundo - Rui Veloso


Num espaço deveras grandioso encontra-se a Terra, o nosso Mundo. Neste mundo estamos à mercê do Tempo. A cada hora que passa evoluímos, transformamos o meio à nossa volta e deixamos a nossa marca na História. 

O desenvolvimento do ser humano ao longo das eras está como que dentro de uma grande ampulheta neste Universo. Nela, o Tempo reina no topo e domina a História. A História, por sua vez, nasce do primeiro e conta a vida do Homem - as suas conquistas, os seus amores e desamores -, desde os seus primórdios até aos dias de hoje.

A nós basta ir à nossa memória e nela recordar os momentos que nos fizeram o que somos hoje, como se de um leitor se tratasse e apenas fosse necessário carregar num botão para voltar a reproduzir aquilo que foi gravado durante anos e que nunca parará até ao fim das nossas vidas.


Assim temos vários pontos, como estrelas, num "céu" azulado (tonalidade): o Espaço em redor da vida. Dentro dele, uma ampulheta (linha/textura), símbolo do tempo, contém diferentes fases da História da humanidade, desde os tempos medievais até aos dias actuais. Bem no centro, um triângulo (contorno) que nos dias de hoje se associou, nesta forma, ao botão "play" - a reprodução dos dias, horas, meses, anos, décadas, séculos - até à era actual. E, por muito que achemos isso, ainda não parou, nem nunca parará, é algo contínuo e infinito.
Publicada por Fábio André Silva à(s) 16:20 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Elementos básicos C. Visual, Propostas de trabalho

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Elementos básicos da Comunicação Visual

Para entendermos a comunicação visual, temos primeiro que compreender alguns dos seus elementos mais básicos que a constituem.

Aqui estão algumas imagens, tanto fotos tiradas por mim como encontradas na Internet.


O ponto é algo predominante nesta imagem. 
É o elemento mais simples da comunicação visual. São vários os pontos que contribuem para a formação do conteúdo apresentado.



A linha. Provém da grande proximidade entre os pontos que não nos permite individualizá-los.



Aqui, as linhas descrevem contornos.



As linhas podem ainda exprimir uma direcção, como mostra a fotografia.



A tonalidade tem a ver com a presença ou ausência de luz, pelo que se torna importante analisá-na durante a produção de qualquer projecto de comunicação visual.




Dimensão e escala são elementos muito usados na comunicação visual, sobretudo se o objectivo for a rápida e eficaz percepção do objectivo ou assunto que se quer transmitir (como nos exemplos acima).



Aqui temos a presença de textura. Até parece palpável, não acham?



Para terminar, falemos da capacidade de transmissão de movimento através da comunicação visual. Na imagem acima é visível a noção de movimento descendente, causado pela disposição das linhas.
Publicada por Fábio André Silva à(s) 11:41 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Elementos básicos C. Visual, Propostas de trabalho

Escolha de letra musical para "Proposta de trabalho nº1"

Foi-nos pedido em aula para que cada um escolhesse uma letra de uma música qualquer. Estando a maioria dos alunos em grupos de dois, cada um traria uma letra à sua escolha com o objectivo de termos mais opções de escolha para realizar a primeira proposta de trabalho que aí vinha.

Fazendo par com a Filipa Sousa, da mesma turma, cada um de nós cumpriu o pedido e trouxe a sua música. Da minha parte fora Bleeding Love, de Leona Lewis" enquanto que a minha companheira trouxera Todo O Tempo Do Mundo, de Rui Veloso.

Após alguma deliberação, escolhemos a letra do cantor português. Os meus argumentos para a escolha foram o facto da música ser na língua nacional e permitir uma melhor aproximação com o conteúdo que ela transmite, conteúdo esse que está bem explícito na música, o que permite trazer à mente ideias para o trabalho, coisa que, ao ler a letra, já acontecia. Tendo já uma ideia, mais ou menos, específica para o projecto e, em concordância com a colega, a escolha foi esta.

"Podes vir a qualquer hora
Cá estarei para te ouvir
O que tenho para fazer
Posso fazer a seguir

Podes vir quando quiseres
Já fui onde tinha de ir
Resolvi os compromissos
agora só te quero ouvir

Podes-me interromper
e contar a tua história
Do dia que aconteceu
A tua pequena glória
O teu pequeno troféu

Todo o tempo do mundo
para ti tenho todo o tempo do mundo
Todo o tempo do mundo

Houve um tempo em que julguei
Que o valor do que fazia
Era tal que se eu parasse
o mundo à volta ruía

E tu vinhas e falavas
falavas e eu não ouvia
E depois já nem falavas
E eu já mal te conhecia

Agora em tudo o que faço
O tempo é tão relativo
Podes vir por um abraço
Podes vir sem ter motivo
Tens em mim o teu espaço

Todo o tempo do mundo
para ti tenho todo o tempo do mundo
Todo o tempo do mundo"

Todo O Tempo Do Mundo - Rui Veloso 
Publicada por Fábio André Silva à(s) 09:15 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
Etiquetas: Elementos básicos C. Visual, Propostas de trabalho

O porquê deste espaço?

Este blogue destina-se a descrever as competências adquiridas ao longo do semestre na disciplina de Design e Comunicação Visual (DCV), no âmbito da Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria, Multimédia. 

Aqui serão ainda publicadas as diferentes propostas de trabalho pedidas em aula pela professora Emília Dias Costa.
Publicada por Fábio André Silva à(s) 08:56 0 comentários Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no X Partilhar no Facebook
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